Criança pequena sem cabelos, usando chupeta rosa, sentada em um berço hospitalar, com equipamentos médicos ao fundo.
Helena foi diagnosticada com um tumor cerebral raro e agressivo (Foto: Reprodução/www.vakinha.com.br)

Helena, moradora de Jundiaí (SP), está em tratamento desde junho contra um tumor cerebral Teratoide/Rabdoide de grau 4, considerado raro e altamente agressivo. Após responder bem à primeira fase da terapia, a família recebeu, em novembro de 2025, a notícia de que o câncer havia se disseminado pelo cérebro, mudando completamente o curso do tratamento.

Agora, segundo os médicos, a única chance de avanço é o Transplante de Medula Óssea (TMO). Como a medula da própria Helena está saudável, o procedimento será do tipo autólogo, ou seja, ela mesma será a doadora.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a mãe, Júlia Mantovani, explicou que, apesar de a família possuir convênio médico, o prazo de análise é incompatível com a urgência do caso. “Pela ANS, os convênios têm até 21 dias para aceitar. Só que, infelizmente, a Helena não tem esse tempo. Essa é a única chance dela agora”, relatou em vídeo publicado nas redes sociais, detalhando que a vaquinha é crucial para salvar a pequena.

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Tratamento precisa começar imediatamente e custos são elevados

De acordo com Júlia, o tratamento já entra nesta semana na fase de preparativos para o transplante, com o uso de uma medicação chamada Filgrastim, responsável por estimular a produção da medula. Somente depois disso ocorre a coleta, que precisa ser suficiente para três transplantes que Helena deverá receber.

Como o procedimento ainda não foi autorizado pelo convênio, todos esses passos iniciais precisam ser pagos de forma particular, o que levou a família a abrir uma nova campanha de arrecadação.

“A gente vai ter que abrir outra vaquinha para o transplante de medula, porque tudo isso vai ter que ser pago antes da autorização”, explicou a mãe em gravação. O valor solicitado é de R$ 60 mil, considerando taxas da plataforma e possíveis intercorrências ao longo do processo.

Júlia também destacou a dificuldade financeira enfrentada atualmente. “Eu trabalho durante o dia e passo a noite com a Helena no hospital. O Eduardo não está conseguindo trabalhar. Eu estou bancando as contas, mas não está dando. A gente não esperava essa nova fase tão agressiva agora”, afirmou em vídeo.

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Internações, intercorrências e corrida contra o tempo

Helena e a mãe estão internadas há semanas, com breves altas seguidas de novas internações por complicações no quadro. Segundo Júlia, a menina apresentou recentemente alterações no olho, voltou a ficar nervosa e ainda enfrenta os efeitos de infecções e quimioterapias intensas.

“Estamos correndo contra o tempo. Essa semana tem quimioterapia, tem coleta da medula, são muitas coisas para encaixar de uma vez só. A gente não sabe nem quando vai conseguir voltar para casa”, desabafou nas redes.

A família informou que fará prestação de contas pública sobre cada valor utilizado da arrecadação, detalhando os custos do tratamento conforme forem surgindo.

Quem puder contribuir poderá ajudar diretamente na continuidade do tratamento que, neste momento, representa a principal esperança de Helena. A vaquinha é destinada exclusivamente ao custeio dos preparativos e procedimentos do Transplante de Medula Óssea, fundamentais para que a menina tenha novas chances de recuperação.

Mais informações no vídeo abaixo:

 
 
 
 
 
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