"Continuo sendo a voz da população, agora no Executivo", diz vice-prefeito Gustavo Martinelli
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“Continuo sendo a voz da população, agora no Executivo”, diz vice-prefeito Gustavo Martinelli

Trabalho integrado com os municípios tem chamado a atenção. Em pauta, inclusive, a Região Metropolitana de Jundiaí

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Vice-prefeito Gustavo Martinelli
Trabalho diferenciado como vice-prefeito tem chamado a atenção da população: vistorias, reuniões em bairros e mais demandas (Foto: PMJ)

Considerado um fenômeno da política local, Gustavo Martinelli completou sete meses na nova função como vice-prefeito de Jundiaí. Recordista de votos em duas eleições consecutivas e o mais votado da cidade no pleito à Assembleia Legislativa de São Paulo, em 2018, o filho do seo Valdir Aparecido Ferreira Martinelli e da dona Inês Pereira de Almeida Martinelli está em ascensão na carreira. Aos 35 anos, segue com o nome cotado na disputa pela cadeira de deputado estadual, mas prefere não adiantar se aceitará novamente o desafio no ano que vem.

Rei das demandas na Câmara Municipal, ele mantém a confiança da população na resolução de problemas. No Entrevistão do Tribuna de Jundiaí desta semana, Martinelli confessou que a procura das pessoas por solução para demandas relacionadas aos mais diferentes serviços públicos aumentou consideravelmente. Nada que abale a experiência do político, que disputou a primeira eleição aos 18 anos.

Ele destacou, ainda, o trabalho integrado com os municípios da região para tratar de assuntos comuns à Aglomeração Urbana e a vontade de ver constituída a Região Metropolitana de Jundiaí.

Casado com Ellen Camila e pai de um casal de crianças – Arthur, de 4 anos, e Manoela, com 1,6 ano – Gustavo Martinelli faz questão de ressaltar os familiares e a equipe de trabalho nesta jornada – que teve início em 2009 no Legislativo até chegar este ano ao oitavo andar do Paço Municipal. “Família é a base de tudo, não é fácil ser uma pessoa pública. O apoio da esposa, dos pais, os sogros é fundamental, além de buscar sempre a Deus. Agradeço, também, à equipe pois ninguém faz nada sozinho”.

Confira:

Tribuna de Jundiaí: Você saiu de um bairro de periferia para surpreender na política local. Como explicar essa trajetória e o sucesso nas urnas?

Gustavo Martinelli – Sou de família simples, nasci na Vila Comercial. Meu pai é sucateiro, ele recolhe sucata das usinagens da cidade e também da rua. Minha mãe sempre foi do lar e trabalhava em casa de famílias como doméstica. Falo isso porque não sou de família de políticos e lá atrás, quando você pegava o Raio X da Câmara, sempre eram eleitos doutores, médicos, advogados, radialistas… era difícil alguém da periferia chegar no poder Legislativo. Sempre estudei em escola pública e participei de grêmio estudantil.

Estudava na escola estadual Rafael Mauro, na Vila Maringá. Na época, tinha ali aproximadamente 450 alunos. Era muito precária, com chão de madeira, a quadra estava desativada, não tinha trave e nem tabela de basquete. Não tínhamos aula de educação física e quando fui eleito presidente do grêmio minha proposta era buscar melhorar o ambiente escolar – o que também contribuiria para o aprendizado dos alunos. Fazíamos bingos para revitalizar as salas de aula e arrecadava prêmios no comércio, mas todo bingo que realizávamos não conseguia nem trocar os pisos de uma sala. Aquilo me causava revolta!

Um dia, retiraram as cortinas da sala de aula para lavar e eu peguei uma delas para transformar em faixa. Escrevi nela “Escola abandonada, Governo do Estado não faz nada!”, coloquei embaixo do braço e estiquei no viaduto da (rodovia) Anhanguera. Isso chamou a atenção da imprensa, começamos uma mobilização na escola e conseguimos a reforma, não precisávamos mais fazer bingo para comprar piso (risos).

Conseguimos a reforma da quadra, criamos uma rádio estudantil e, na hora do intervalo, eu era o radialista. Tinha também um jornal tabloide, impresso em gráfica, com oito páginas: quatro delas ficavam para nossa escola e as outras para o Napoleão Maia. Divulgávamos nossas ações, os torneios interclasses… ali foi despertando o interesse pela política.

Com o prefeito Luiz Fernando Machado, durante vistoria na UPA Ponte São João (Foto: PMJ)

Mais tarde, fui para o colegial da Joceny (Vilela Curado, na Vila Comercial), uma escola com 1,2 mil alunos. A Prefeitura, na época era o Miguel Haddad o prefeito, desenvolveu uma campanha chamada “Trânsito em Transe”, em que as várias escolas tinham que desenvolver a melhor campanha educacional de trânsito, com elaboração de música e maquete, para ganhar computadores, impressoras e scanner. Na época isso era novidade e minha escola se consagrou vice-campeã.

Só que desapareceram os computadores, a maior conquista dos estudantes, e os professores me chamaram. Era presidente do grêmio, tinha obtido 700 votos entre os 1,2 mil estudantes, e houve uma sindicância na antiga Delegacia de Ensino (hoje Diretoria Regional de Ensino). A vice-diretora foi injustiçada porque, quando ouvida, disse a verdade: os computadores estavam na casa da diretora. Por causa disso, a diretora tirou o cargo dela.

“Um dia, retiraram as cortinas da sala de aula para lavar e eu peguei uma delas para transformar em faixa. Escrevi nela “Escola abandonada, Governo do Estado não faz nada!”, coloquei embaixo do braço e estiquei no viaduto da (rodovia) Anhanguera. Isso chamou a atenção da imprensa, começamos uma mobilização na escola e conseguimos a reforma, não precisávamos mais fazer bingo para comprar piso (risos)”

Os professores me chamaram e relataram o que tinha acontecido. Tinha 17 anos na época, coloquei uma carteira no pátio, subi nela e relatei aos alunos tudo o que tinha ouvido. E decidi, ali mesmo: “Amanhã não haverá aula, vamos fazer um protesto pacífico contra a diretora e uma homenagem para a vice”. No dia seguinte, coloquei um carro de som na porta da escola, mas confesso que não acreditei que os alunos iriam levar a sério essa ideia. Para minha surpresa, estavam ali pelo menos uns 700 estudantes e juntos seguimos pelas ruas da Vila Comercial até a Vila Rami, onde a vice morava. Fizemos a homenagem a ela e tivemos a cobertura do protesto pelo Jornal da Cidade.

Um dia após o protesto, cheguei na escola e havia cinco viaturas da Polícia Militar no portão principal. Pensei na hora: “O protesto deu certo, vieram por causa do sumiço dos computadores!”. Na verdade, os PMs estavam me esperando na sala da diretora, que me chamou. Eu levei uma prensa deles, porque disseram que eu tinha colocado os estudantes em risco, que era anarquista (risos). Fiquei assustado e surpreso, depois, porque a diretora resolveu me expulsar da escola. Foi a pior coisa que ela podia ter feito!

Os alunos e os pais fizeram uma manifestação na escola, durante três dias, pedindo a minha volta e o retorno da vice-diretora. No final, a vice voltou para a escola e a diretora foi afastada, com comprovação de outras irregularidades, inclusive. Ali os professores me incentivaram a sair candidato, disseram que era uma liderança.

Aos 18 anos, disputei minha primeira eleição. Tinha comício naquela época e os alunos saíam da escola para me ouvir falar no bairro. Não fui eleito, mas saí da campanha com 981 votos e isso me rendeu um convite do então prefeito Ary Fossen para administrar o centro esportivo Francisco Dal Santo, na Vila Rami. Fiz um trabalho com a melhor idade, criamos a Festa da Primavera e o concurso Miss Primavera, que existe até hoje, conseguimos a revitalização do complexo e criamos um torneio de futsal que reuniu 50 equipes da cidade, organizado pelo professor Régis Belode.

Passei a fazer, também, um trabalho nos bairros. As pessoas começaram a me chamar e passar demandas, fazer pedidos para melhorias. Isso se alastrou para outras regiões, por exemplo o Jardim Santa Gertrudes, onde naquela época as senhoras não tinham um local coberto para realizar a ginástica. Saí candidato novamente com 22 anos, não era favorito e também não tinha estrutura para fazer campanha. Fui de casa em casa, conversando com as pessoas e tendo como ajuda o pessoal do grêmio estudantil. Terminei como o mais votado do PSDB naquela eleição (2008), com 3.081 votos, e o quinto com maior número de votos da cidade.

No dia em que assumiu a presidência da Câmara Municipal: bom de voto (Foto: Câmara Municipal)

Tribuna – Você se considera uma pessoa polêmica?

Gustavo Martinelli – Sempre tive uma posição de reivindicar, cobrar, como fazia na escola. Na Câmara, apesar de ser do mesmo partido do Miguel (então prefeito na época), nunca deixei de fazer minhas críticas, às vezes até ácidas. Por exemplo, ele trouxe um secretário de Transportes muito famoso, de São Paulo (Roberto Salvador Scaringella, fundador da Companhia de Engenharia de Tráfego e ex-secretário de Transportes da capital, falecido em 2013), que por não ser de Jundiaí fazia algumas mudanças na cidade que a população não aprovava. Ele também não atendia os vereadores, aí na sessão da Câmara resolvi chamar a atenção para isso. Disse que era mais fácil encontrar berinjela na feira do que o Scaringella no Paço e que ele andava só com GPS na cidade.

Peguei no pé, outra vez, pedindo o recapeamento da avenida 14 de dezembro porque parecia calça de quem dançava quadrilha: cheia de retalhos (risos). Levava a população para falar com o Miguel, ele ia ao bairro nas nossas reuniões, que chegavam a juntar 200, 300 pessoas. Ouvia as demandas da população e atendia os pedidos. Na reeleição, fui o mais votado da cidade com 5.118 votos com essa postura e em meio a uma onda de mudança, pois a cidade não quis mais o PSDB no governo e elegeu o Pedro (Bigardi, prefeito de 2013 a 2016) pelo PCdoB.

Era o único vereador de oposição que se posicionava na Câmara: não de maneira maldosa, mas pontual, com requerimentos. Lembro, por exemplo, dos enfeites de Natal que disse na tribuna que mais pareciam decoração de Halloween, pois tinha custado uma fortuna: mais de R$ 1,3 milhão! Tinha muitos embates na Câmara por conta disso e entendo que a postura novamente me deu destaque porque fui, na eleição de 2016, o mais votado da história com 7.217 votos.

Proporcionalmente falando, não podemos ser injustos, pois a sequência correta é o Pedro Osvaldo Beagim o mais votado, devido ao número de eleitores da época e os mais de 3 mil votos que fez, a minha reeleição em 2016 e a reeleição do Albino (Antonio Carlos Albino, com 7.345), ano passado.

Teve também a polêmica em relação à fala sobre privilégios de atendimento (dos serviços públicos). Não tem que ter isso, precisa atender todos os pedidos e foi nesse sentido que me posicionei.

Conversa com os moradores é característica do trabalho de Martinelli (Foto: Divulgação)

Tribuna – Como presidente da Câmara Municipal, quais foram as maiores conquistas?

Gustavo Martinelli – Na presidência da Câmara, tive como trabalho principal enxugar o custo da máquina, com este recurso retornando aos cofres públicos. Cortei os quatro diretores do Legislativo que eram comissionados (funções exercidas sem a necessidade de concurso público) e isso gerou uma economia de mais de R$ 3,8 milhões em quatro anos. Agora essas funções são ocupadas por servidores concursados e me tornei o primeiro presidente a colocar isso em prática.

Na presidência também havia um cargo de assessor que agora é concursado, o que também gerou economia. Cortamos horas extras porque era o momento de colocar a casa em ordem e tudo isso somado, em dois anos, gerou uma economia de R$ 20 milhões para que o prefeito pudesse utilizar em benefício da população. Uma parte foi usada para pagar o (hospital) São Vicente e até carros para o hospital puderam ser comprados com esses recursos.

Como presidente, apoiei diretamente o Grendacc no credenciamento da UTI pediátrica junto ao Ministério da Saúde, entregando uma moção de apelo ao presidente da República. Também pude modernizar a transmissão das sessões pela TV Câmara e implementar ações institucionais de longo prazo, como o Parlamento Jovem, o Legisla Cidadão (que permite a qualquer cidadão sugerir um projeto de lei) e a Consulta Popular. Todas buscam aproximar o Legislativo da sociedade e incentivar a participação das pessoas na vida política da cidade.

Como vereador, apresentei projetos relevantes para a cidade, como o que trata da proteção da Serra do Japi, que é uma lei de congelamento. Existe a lei 417, que é como o Estatuto da Serra, mas devido algumas brechas criamos esta que a protege por 10 anos contra empreendimentos imobiliários, loteamentos, condomínios, até que possa haver uma revisão da 417.

Tribuna – Você fez quase 48 mil votos na disputa para deputado estadual em 2018, por pouco não se elegeu. Essa é uma meta para o ano que vem, como está isso?

Gustavo Martinelli – Estamos avaliando isso, a eleição é no ano que vem e acompanhamos também a discussão da reforma (eleitoral) na Câmara Federal. O eleitor tem sido muito criterioso nas escolhas, meu nome tem sido ventilado até por conta da votação que obtive, mas ainda não tomei essa decisão.

Numa conversa recente com o prefeito de Itatiba (Thomás Capeletto de Oliveira), ele já disse que a relação da cidade é maior com Jundiaí, embora faça parte da Região Metropolitana de Campinas. E até sugeriu que buscássemos transformar a Aglomeração Urbana em Região Metropolitana, incluindo Itatiba e chegando, assim, em quase um milhão de habitantes somando a população dos demais municípios (Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Jarinu, Itupeva, Louveira e Cabreúva).

Jundiaí está vinculada a Campinas e isso gera problemas, inclusive na questão da pandemia. Jundiaí tinha números muito melhores no combate à Covid mas, como estamos atrelados a eles, gerava desconforto em relação ao Plano São Paulo.

Seria importante, também, na questão da representatividade em discussões importantes voltadas à Saúde, Segurança e Transporte destes municípios, por exemplo. Mas isso é a cidade quem vai escolher.

Numa linha do tempo recente, Jundiaí sempre teve representantes na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. O Miguel Haddad foi vice do Benassi e depois eleito deputado estadual; O Ary Fossen foi vice do Miguel Haddad e depois se tornou deputado estadual; O Luiz Fernando foi vice do Miguel, depois se elegeu deputado federal, deputado estadual e agora prefeito.

Vistorias em obras e reuniões em bairros: agenda de Gustavo Martinelli (Foto: Divulgação)

Tribuna – E a experiência como vice-prefeito? Nos primeiros seis meses vimos movimentação sua inclusive de forma regional, para atender demandas em comum entre os municípios vizinhos. Qual avaliação você faz?

Gustavo Martinelli – Trouxe minha experiência do Legislativo para o Executivo. Os vereadores me convidam para verificar demandas, estou fazendo muitas visitas, vistorias com gestores em bairros e reuniões de planejamento, além do trabalho no combate à pandemia. O Luiz (Fernando Machado, prefeito reeleito) vem dando espaço e estou me desdobrando, porque para mim tudo é diferente. Já tivemos reunião com o vice-governador (Rodrigo Garcia) em São Paulo, marquei o encontro e o Luiz me acompanhou para reiterar o pedido de construção do túnel na região Sul da cidade, onde há um gargalo, o recapeamento da Marginal do Rio Jundiaí, que agora foi anunciado (pelo Governo do Estado), e também a ampliação do número de leitos para atendimento Covid com o Hospital Regional.

Tenho uma boa relação com os gestores e não me envergonho em dizer que também estou aprendendo. Dizem que o vice é aquele que fica no banco de reservas, mas sou do time e tenho trabalhado de forma diferente. Os vices, inclusive, têm tido uma importância no processo democrático.

Na reunião com o vice-governador: melhorias para Jundiaí e região (Foto: PMJ)

Continuo com o mesmo número de telefone e recebo demandas pelo WhatsApp, e-mail, ligação, Facebook, Instagram. Procuro dar resposta a todos, seja ela negativa ou positiva, como sempre fiz na Câmara Municipal. Continuo sendo a voz da população, agora no Executivo. Ando os oito andares do Paço Municipal, vou nas unidades e falo com os gestores. Marco reuniões nos bairros e os convido, estive com vereadores e lideranças nos bairros, porque é uma característica minha.

É até engraçado porque, na Câmara, sempre fiz ofício de todos os pedidos e protocolava na Prefeitura. E, agora, estão me perguntando se vou fazer ofício para mim mesmo… (risos). É uma forma de termos controle, para solicitar as demandas e dar esclarecimento posteriormente às pessoas. Para isso, conto com dois servidores, aqui, que nos ajudam a organizar essas solicitações.

Em termos de região, comentei sobre a reunião com o vice-governador e que também participaram o prefeito e o vice de Campo Limpo Paulista, Luiz Braz e Paulo Favaro, e o prefeito e vice de Várzea Paulista, Rodolfo Braga e Fernando Pasqualino. Recentemente, fizemos uma reunião com o DER para discutir a recuperação das rodovias da região, com todos os municípios. As cidades estão muito próximas e nossa missão é buscar o melhor para todos, porque se ajudamos a aumentar a capacidade de Várzea Paulista, por exemplo, de atender casos de baixa e média complexidade, isso favorece o Hospital São Vicente.

“Continuo com o mesmo número de telefone e recebo demandas pelo WhatsApp, e-mail, ligação, Facebook, Instagram. Procuro dar resposta a todos, seja ela negativa ou positiva, como sempre fiz na Câmara Municipal. Continuo sendo a voz da população, agora no Executivo. Ando os oito andares do Paço Municipal, vou nas unidades e falo com os gestores. Marco reuniões nos bairros e os convido, estive com vereadores e lideranças nos bairros, porque é uma característica minha”

Tribuna – Há alguma ação ou projeto específico que você esteja trabalhando?

Gustavo Martinelli – Defendo muito a revitalização dos complexos esportivos, que são os espaços de convivência e lazer das famílias. Penso, também, numa parceria do esporte com a saúde e educação, principalmente agora no pós-pandemia, quando as pessoas vão buscar ainda mais essa qualidade de vida. As plataformas precisam estar integradas, pois o médico vai fazer a consulta na UBS e sugerir ao paciente que pratique atividades físicas. Fui administrador de centro esportivo, então tenho esse pensamento muito forte e o governo tem trabalhado nisso. Podem contar comigo!

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