Soldado homenageia cão-bombeiro Barney com tatuagem
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Soldado homenageia cão-bombeiro Barney com tatuagem

Labrador morreu em serviço durante busca por pessoa desaparecida em rio catarinense

Redação

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Soldado homenageia o cachorro Barney
Tatuagem no braço do soldado Rangel e foto de Barney que inspirou a imagem (Foto: Jean Grassi/Arquivo pessoal/Luciano Rangel/Arquivo pessoal)

O soldado Luciano Rangel, que era tutor do cão-bombeiro Barney, fez uma tatuagem no braço esquerdo em homenagem ao companheiro. A tatuagem foi feita nesta terça-feira (14), em Lages (SC).

No dia 2 de maio, o labrador Barney, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, pulou no Rio Urussanga, em Içara, durante buscas por uma pessoa desaparecida e não retornou à superfície.

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Homenagem

Rangel contou em entrevista ao G1, que sempre quis fazer a tatuagem, mas nunca teve tempo ou organização, até que um tatuador de Lages, Jean Grassi, ofereceu fazer uma tatuagem de modo voluntário, em gratidão aos serviços que eu e Barney prestamos à comunidade.

Após a sessão, o soldado escreveu em suas redes sociais:

“Quando o coração transborda, ele transparece na pele. Primeira sessão em homenagem ao meu parceiro, definitivamente marcado para sempre em minha vida. Meu Barney!”

Fonte: G1

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Jundiaí incentiva adoção tardia de animais

102 animais adultos esperam por uma família no Debea

Redação

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Adoção tardia de animais
Vitória foi adotada pela aposentada Maria Antonia Damazio (Foto: Divulgação/Jundiaí)

Na maioria das vezes, os animais adultos permanecem em abrigos sem serem adotados, pela ilusão de que não serão educados ou por não serem considerados “fofos”. Este hábito resulta em abrigos e canis superlotados.

Esse também é um dos problemas enfrentados no Departamento do Bem-Estar Animal (Debea), órgão ligado à Unidade de Gestão de Planejamento e Meio Ambiente (UGPUMA) da Prefeitura de Jundiaí.

Nele, 102 animais esperam por uma família há anos, entre eles, 35 gatos e 67 cachorros, que chegaram ao departamento por denúncias de maus-tratos ou abandono.

Para a diretora do Debea, Talita Odara Cervi, a vantagem de levar para casa um animal adulto é que ele já está socializado e consegue se adaptar melhor às regras da casa.

Além disso, ao escolher um animal mais velho, a pessoa também estará salvando uma vida. “Cachorros adultos que estão em abrigos, muitas vezes, passam por traumas e situações difíceis. Muitos perderam sua família, foram expulsos de casa ou resgatados de lares desestruturados”, comenta.

Entre eles está o caso da cachorrinha Glória que foi resgatada há dois meses em uma caixa fechada com parafusos em Jundiaí.

Mas, Glória teve um final feliz e foi adotada na última segunda-feira (20) pela aposentada Maria Antônia Damazio. “Quando eu vi a foto daquela cachorrinha toda machucada meu coração partiu. Entrei em contato com o Debea imediatamente para começar o processo de adoção”, detalha.

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Os interessados em adotar um dos animais abrigados no Debea devem entrar em contato com o órgão, pelo telefone: (11) 4582-2685, ou comparecer à unidade na Rua Abrahão Farrão, 8, Chácara São Francisco, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Dupla de Jundiaí: publicitário e vira-lata fazem sucesso na web com dublagens de memes

O cão Tyger, de 8 anos, e seu tutor Michel Brito, viralizaram nas redes sociais com seus vídeos bem-humorados

Redação

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Dupla de Jundiaí
Tyger e Michel (Foto: Reprodução/G1)

Um cão vira-lata artista com o seu tutor está levando a internet à loucura, com vídeos de dublagens. Os vídeos da dupla da Vila Marlene, em Jundiaí (SP), viralizaram nas redes sociais na última semana.

Em uma postagem feita no Instagram no dia 18 de abril, o vídeo acumulava mais de 1 milhão de visualizações até este domingo (19).

“Fiquei sem reação com a quantidade de visualizações. As pessoas começaram a me parar na rua, me abraçando, gritando e fazendo selfies”, conta o publicitário Michel Brito, de 20 anos, ao G1.

Michel investiu na carreira com participações em novelas, filmes e séries na capital depois que terminou o ensino médio. Em meio a viagens para São Paulo, ele se deparava todos os dias com Tyger, a mãe e os quatro irmãos dele em uma caixa de papelão na rua.

“Eu sempre ia lá cuidar deles e trocar os panos até que resolvi levar o Tyger para casa. Fui para a igreja e o escondi atrás do tanque. Quando cheguei, estavam ele e meu pai no quintal. Depois disso, foi só alegria”, recorda.

Na época, o cão tinha três meses e, segundo o dono, a mãe de Tyger foi levada para uma chácara, enquanto os irmãos também foram adotados e ganharam outras famílias.

Parceria

O jovem é autor de publicações similares desde 2014 com o vira-lata, atualmente com 8 anos. As poses espontâneas do cachorro mostrando os dentes, como se estivesse sorrindo ou estressado, complementam as produções, que ganharam fãs.

“Um dos primeiros vídeos foi com um funk e ele já sorria. No meio do ano passado voltei a gravar e repercutiu bastante. A ideia era fazer humor e, se viralizasse, tudo bem”.

No conteúdo das produções, Michel utiliza áudios de memes, como aquele compartilhado pelo WhatApp que chegou a ganhar uma versão remixada de “Tá chovendo e ‘repangalejando'”.

“O Tyger sempre foi assim. Se eu pego ele no colo ou dou carinho quando ele não quer, já mostra os dentes. Ele parece treinado”, finaliza.

Fonte: G1

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Cachorrinha faz estátua viva com tutor e vídeo viraliza na internet

Imigrante venezuelano é artista de rua há seis anos e decidiu levar o animal em suas apresentações depois que chegou ao Brasil

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Estátua viva
Yorge Luís Ruiz com a cachorrinha artista (Foto: Instagram/@cachorrinhaartista)

Um vídeo de uma cachorrinha artista que trabalha como estátua viva junto com o tutor, em Fortaleza, Ceará, viralizou na internet neste de semana. O imigrante venezuelano, Yorge Luís Ruiz, diz que começou a trabalhar com sua cachorrinha depois que chegou ao Brasil.

A repercussão do trabalho do artista parece ter começado com a publicação de um vídeo no Twitter. “Gente, e esse dog que se finge de estátua junto com o dono, meu Deus”, comentou o perfil @kaliel ao divulgar as imagens.

Assista a seguir:

Ruiz é artista de rua há seis anos e há quatro está no Brasil. Ele conta que, na Venezuela, era mais difícil exercer sua profissão porque era “perturbado” e, às vezes, a polícia pegava todo o dinheiro arrecadado em suas apresentações.

Em vários publicados nos stories do Instagram, ele deu mais detalhes sobre como chegou a Fortaleza com a esposa e uma cachorrinha, e agradeceu o carinho dos fãs. Hoje, ele tem duas cachorrinhas e um gato.

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“Nós agradecemos muito vocês, agradecemos a cada dia o povo brasileiro por gostar do nosso trabalho, dessa cachorrinha. A gente fica sem palavras com todos comentários que estou recebendo agora”, disse o artista nos stories do Instagram.

Fonte: Estadão

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Veterinário remove 117 elásticos de cabelo de estômago de cachorro

O “comilão” passa bem após o veterinário ter removido cirurgicamente 900 gramas de tudo que ele comeu

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Veterinário
117 elásticos foram removidos do estômago do cachorro (Foto: Reprodução/Internet)

Um cachorro deu um susto em sua família ao ficar doente e precisar ser levado às pressas ao veterinário. Mas o que poderia ser uma história trágica acabou virando curiosa.

O cachorro Charlie, de 2 anos, passou mal após comer 117 elásticos de cabelo, a orelha de um urso de pelúcia e partes de roupas íntimas de seus tutores.

O “fominha” passa bem após o veterinário ter removido cirurgicamente 900 gramas de tudo que ele comeu.

Fonte: Vírgula

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Conheça os sintomas e tratamentos da gripe canina

Tosse, espirros, secreção nasal são alguns dos sintomas da gripe canina, que é transmitida através de um vírus que se espalha no ar

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Gripe Canina
Marie teve os principais sintomas da doença (Foto: Arquivo Pessoal)

Você já ouviu falar em gripe canina? O vírus tem a mesma forma de transmissão, sintomas e tratamentos igual a doença que atinge humanos.

O animal contrai a gripe pelo ar, e pode passar para outros animais pela tosse, espirro e até mesmo pelo latido. Os principais sintomas são: tosse, espirros e secreção nasal.

A médica veterinária, Amanda Reis, disse em entrevista ao G1, que o vírus além de ser transmitido pelos próprios animais, pode ser instalado em objetos usados por eles.

“O vírus pode se instalar em tigelas, ração e em coleiras. Esses objetos contaminados se tornam um meio de transmissão da gripe canina”, diz.

Os sintomas variam com a gravidade da doença. Alguns apenas espirram e ficam com secreção no nariz.

O caso da Marie, uma shitizu, foi um pouco mais complicado. Segundo a dona dela, Gisele Wakamatu, a cachorrinha teve vômitos e indisposição, além dos sintomas comuns.

“Ela começou a tossir, como se estivesse engasgado com alguma coisa. Em menos de uma hora já estava vomitando e deitada sem conseguir se levantar. Também percebi que o nariz estava muito úmido, fora do normal. Levei para veterinária e ela já começou a ser medicada”, diz Gisele.

O tratamento é simples e, dependendo do caso, são receitados medicamentos que podem ser tomados em casa e em poucos dias os sintomas da doença não existem mais.

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O caso da Marie, como foi tratado no tempo certo, não evoluiu para outras doenças, mas se não tratada corretamente, o que seria uma gripe comum pode evoluir para pneumonia.

“Cada caso é um caso, mas tem que ser tratado. A gripe pode virar uma pneumonia, que se não tratada, o animal pode vir a óbito”, completa a veterinária.

Fonte: G1

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Condomínio não pode proibir morador de ter animal, decide STJ

Proibição só é justificada em casos em que o animal representa riscos à segurança, higiene, saúde e sossego dos demais moradores

Redação

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Condomínio não pode proibir morador de ter animal, decide STJ
Condomínios não podem proibir moradores de criar animais em apartamentos ou casas (Foto: Chengongshan/Thinkstock)

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que convenções de condomínios não podem proibir moradores de criar animais em apartamentos ou casas.

A decisão foi tomada durante análise de um caso de uma mulher do Distrito Federal, que entrou com uma ação contra o condomínio em que morava por proibirem que ela tivesse animais de estimação.

A convenção de condomínio, que pela decisão do STJ não poderá proibir animais, é um documento que reúne regras de administração e de convivência.

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O STJ entendeu que a proibição só é justificada em casos em que o animal representa riscos à segurança, higiene, saúde e sossego dos demais moradores.

Ao analisar o caso, o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, considerou que a convenção do condomínio não pode impedir, sem fundamento legítimo, a criação do animal dentro do apartamento.

“O impedimento de criar animais em partes exclusivas se justifica na preservação da segurança, da higiene, da saúde e do sossego. Por isso, a restrição genérica contida em convenção condominial, sem fundamento legítimo, deve ser afastada para assegurar o direito do condômino, desde que sejam protegidos os interesses anteriormente explicitados”, afirmou.

Com informações do G1.

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Gato adota filhotes de rua em Jundiaí

Mingau, de 2 anos, passou a cuidar dos bichinhos que a dona abriga temporariamente em casa

Redação

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Gato abrigou mais de 10 filhotes de rua em Jundiaí
Mingau acolheu os filhotes que a dona abrigou temporariamente em casa (Foto: Danielle Fogaça/Arquivo pessoal)

Um gato tem chamado a atenção em Jundiaí (SP). Mingau, um gato macho, de 2 anos, passou a fazer o papel de ‘mãe’ dos filhotes de rua que sua tutora, empresária Danielle Fogaça, abriga temporariamente em casa.

Em entrevista ao G1, Danielle contou que Mingau também foi resgatado das ruas e sempre foi um gato arisco. Inclusive, quando ela chegou com os gatinhos, ficou com medo por ele ser bravo.

“Ele sempre foi bravo. Foi estranho quando ele começou a acolher os gatinhos. Eu achei que estava com ciúmes, mas a surpresa foi que ele acolheu os bichinhos. Ele mudou o comportamento e começou a agir como se fosse mãe deles”, explicou ao G1.

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Ela ainda revelou que Mingau até “dá banho” nos filhotes e sente ciúme deles. “Os bebês realmente acham que estão com a própria mãe e até procuram teta para mamar. O Mingau me ajuda com os regates, pois os bebês ficam sob cuidados dele até eu achar um lar definitivo”, contou ao G1.

Em abril, Danielle disse ao G1 que o Mingau cuidou de mais de 10 filhotes. “Ele anda o dia todo atrás dos filhotes. Quando separo, o Mingau mia muito e fica bem triste. Escolhi ficar com dois filhotes para ele não ficar depressivo com a falta deles”.

A maioria dos animais resgatados por Danielle precisa ser alimentada através de uma seringa com uma fórmula de leite até começar a comer. A empresária relata que os primeiros gatinhos que resgatou tinham 15 dias de vida e Mingau passava o dia todo deitado com eles. “Até me assustei, mas foi uma surpresa boa!”, conta.

O próximo passo após cuidar dos filhotes é encontrar novos lares para eles. Danielle explica que divulga fotos dos bichinhos em uma página criada em uma rede social, a “Gatinhos do Amor”, ou em perfis de cuidadoras que a ajudam.

Caso raro

Para entender o caso de Mingau, o médico veterinário Adelmo Miguel, explicou ao G1, que é necessário entender primeiramente uma situação parecida que acomete as fêmeas.

“É raro de acontecer. O que costumamos ver com frequência são fêmeas adotando outras ninhadas por conta. Isso acontece por uma alteração hormonal comum nas fêmeas, que chamamos de pseudogestação. Elas começam a produzir hormônios que só são produzidos durante uma gestação e, mesmo sem estar gestante, acabam achando que estão. Chegam até a produzir leite e acabam adotando bichinhos de pelúcia e chinelos”.

No caso do macho, segundo o especialista, se explica pela sensibilidade que ele demonstra.

“Os animais fazem coisas que surpreendem e ensinam o ser humano a ser melhor. Cães e gatos realmente possuem uma sensibilidade e empatia muito maior do que a gente imagina. Eles têm um sentimento aflorado de bondade, companheirismo, carinho e gratidão”, completa.

Fonte: G1

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Bombeiros encontram corpo de cão que ajudou no resgate de vítimas em Brumadinho

Corporação fará última homenagem ao animal nesta segunda-feira (06)

Redação

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Corpo do cachorro Barney é encontrado
Corpo do cão Barney é encontrado (Foto: Reprodução/ G1)

O corpo do cão Barney, do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, foi encontrado por volta das 11h, deste domingo (05), em rio em Sangão (SC). De acordo com a corporação, o animal foi levado pela correnteza.

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Barney entrou na água durante buscas por um homem de 60 anos desaparecido, no Rio Urussanga, em Içara, e não voltou mais à superfície na sexta-feira (03).

Ele tinha dois anos e atuava em resgates na terra e na água, inclusive fez parte das buscas em Brumadinho (MG), no começo deste ano.

Segundo os bombeiros, durante a operação, foram vasculhados locais com acúmulo de lixo e galhos de árvores, até certa altura do rio aproximadamente 1,5 quilômetro do local em que ele submergiu.

O corpo de Barney foi encontrado boiando, preso em galhos de árvores na marginal direita do rio. O corpo do animal foi coletado da água e transportado até Içara.

Homenagem

Uma cerimônia de despedida está marcada para segunda-feira (06), às 11h, no Garden Pet, crematório de animais, em São José, na Grande Florianópolis.

As corporações, comandantes e treinadores também prestaram homenagens pelas redes sociais.

Segundo a instituição, o soldado BM Rangel, tutor de Barney, está abalado com a morte do companheiro e recebe apoio psicológico da corporação.

Fonte: G1

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