Mutirão de castração do DEBEA
Foto: Prefeitura de Jundiaí

Departamento de Bem-Estar Animal (DEBEA) de Jundiaí realizou mais um mutirão de castração de cães e gatos em sua sede, ampliando as ações de controle populacional e promoção da saúde animal no município.

A iniciativa atendeu tutores previamente cadastrados, convocados conforme a fila de espera do serviço gratuito oferecido pelo departamento.

Estratégia essencial para o bem-estar animal

De acordo com a diretora do DEBEA, Francine Galeoti, os mutirões fazem parte de uma política pública estruturada e contínua. “A castração é essencial tanto para o controle populacional quanto para a saúde dos animais. É também a forma mais eficiente de combater o abandono e os maus-tratos”, explica.

Em 2025, o município realizou mais de 4.500 castrações, número que a equipe pretende ampliar ao longo de 2026.

“Jundiaí tem uma campanha consistente, com um volume expressivo de atendimentos, e a intenção é seguir fortalecendo esse trabalho”, afirma Francine. Em média, cerca de 200 tutores são convocados para cada mutirão, considerando a possibilidade de ausências.

Tutores destacam benefícios do atendimento

Entre os atendidos esteve a moradora Aparecida de Souza, que levou sua cadela de seis anos para o procedimento. “É para melhorar a qualidade de vida dela e prevenir doenças. O atendimento facilita muito, porque a gente consegue se programar, tem orientação certinha, principalmente no cuidado pós-operatório”, relata.

Outro caso é o de Ana Caroline da Costa, que levou uma gata resgatada das ruas. Segundo ela, o animal já havia dado cria diversas vezes. “Sem a castração, ela continuaria na rua, tendo mais e mais filhotes. Esse serviço é extremamente importante para reduzir a quantidade de animais abandonados”, afirma.

Alerta sobre faltas sem aviso

O DEBEA também reforça um alerta importante aos tutores convocados para os mutirões. A ausência sem aviso prévio compromete o andamento da ação e prejudica outros munícipes que aguardam atendimento.

“Quando alguém falta, deixa de aproveitar uma vaga que poderia ser usada por outra pessoa. Isso atrasa a castração, pode gerar problemas de saúde para o animal e impacta diretamente quem está esperando pelo atendimento”, destaca a diretora.

O departamento orienta que, em caso de impossibilidade, o tutor comunique previamente para que a vaga seja destinada a outro inscrito, garantindo melhor aproveitamento do serviço e ampliando o alcance da política de bem-estar animal no município.