
A Prefeitura de Jundiaí entregou, nesta quarta-feira (29), o primeiro Jardim Sensorial da cidade, um espaço especialmente planejado para acolher e oferecer estímulos às famílias atípicas.
O equipamento está localizado no Parque do Cerrado, no Residencial Jundiaí, e integra as ações do município voltadas à construção de uma cidade cada vez mais acessível e inclusiva.
A iniciativa foi viabilizada pelo Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, em parceria com a empresa Rinem, e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos.
Jardim Sensorial amplia políticas de inclusão em Jundiaí
O Jardim Sensorial do Parque do Cerrado surgiu a partir do diálogo com o Clube de Mães Atípicas do Fundo Social, que apontou a necessidade de espaços descentralizados e preparados para acolher crianças e famílias neurodivergentes.
“O Jardim Sensorial do Parque do Cerrado nasce de uma escuta do Clube de Mães Atípicas do Fundo Social, que trouxe a necessidade de a cidade contar com espaços descentralizados e mais preparados para acolher crianças e famílias neurodivergentes. A iniciativa reforça o nosso compromisso em ouvir, acolher e dar visibilidade às demandas desse público, abrindo caminhos para o diálogo e para a construção de uma Jundiaí mais inclusiva”, afirma a presidente do Fundo Social, Ellen Camila Martinelli.
Projeto faz parte de um conjunto de ações para famílias atípicas
De acordo com o prefeito Gustavo Martinelli, a entrega do Jardim Sensorial representa mais um avanço dentro de um planejamento amplo voltado às famílias atípicas no município.
“Este jardim é uma das muitas iniciativas que estamos desenvolvendo para a cidade. Em breve vamos inaugurar o Espaço Girassóis, um parque sensorial voltado à inclusão e à integração infantil, no Mundo das Crianças, sendo o maior ambiente sensorial da América Latina, bem como um Centro Integrado de atendimento às famílias atípicas. Tudo isso faz parte de um planejamento sério, construído com diálogo e sensibilidade, para tornar nossa cidade cada vez mais inclusiva”, destacou.
Um espaço pensado para o bem-estar e o desenvolvimento sensorial
O Jardim Sensorial foi desenvolvido para promover experiências que estimulem os sentidos, despertando percepções por meio do tato, olfato, visão e audição. Cada elemento do espaço foi cuidadosamente planejado para provocar sensações específicas e contribuir para o bem-estar e a inclusão de pessoas de todas as idades.
Entre os destaques estão a calçada sensorial, com diferentes texturas que proporcionam uma experiência tátil durante o caminhar, e a floreira sensorial, que reúne plantas com aromas, cores e superfícies variadas, estimulando especialmente o tato e o olfato.
“É uma grande satisfação para a Rinem participar deste projeto, porque entendemos a importância de ter espaços públicos voltados para as famílias atípicas como uma forma de acolher e proporcionar bem-estar para quem faz uso desses locais e, com isso, a nossa cidade se torna ainda mais inclusiva”, afirma o presidente da empresa, Valter Silva.
Inclusão também passa pela descentralização dos serviços
O coordenador da Defesa Civil, Coronel Gimenez, que atuou como elo entre a demanda do Clube de Mães Atípicas e a empresa Rinem, destacou a importância de levar iniciativas inclusivas para diferentes regiões da cidade.
“Quando pensamos em inclusão, precisamos considerar que muitas pessoas não têm condições de se deslocar até as áreas mais centrais. Por isso, é fundamental que esses espaços e iniciativas estejam distribuídos pela cidade, aproximando os serviços de quem realmente precisa.”