Um assunto ainda pouco comentado e digno de pauta é a contribuição que os jogos podem trazer para a educação no Brasil. Quando o assunto é levantado nas rodas de conversas educacionais, encontra defensores e apoiadores. Contudo, o fato é que tais jogos contribuem para o lúdico infantil, para a captar a atenção dos estudantes e para ensinar de forma mais simples, fugindo da tradicional que os anos já demonstraram estar defasada. Para abordar sobre esse assunto, convidamos Rafaela Silva, autora especialista do Casino Rank.

Possibilidade de introduzir os jogos como forma de aprendizado
Apesar do rechaço ainda encontrado nos dias atuais mesmo em bons sites de apostas em Angola e brasileiros, utilizar os jogos como uma forma mais simples de explicar o conteúdo, facilitando a fixação do mesmo não é novidade. Muitas instituições apostaram na prática e encontraram uma excelente resposta de seus estudantes, com alunos mais concentrados e interessados nas aulas, isso é ainda mais visível em matérias que são tidas como de mais difícil compreensão, como matemática, por exemplo. Mas muitos especialistas vão além e indicam o uso de jogos para várias matérias, inclusive, português, com jogos como caça-palavras e outros.
Ao ser questionada sobre o assunto, Rafaela Silva, autora especialista do Casino Rank disse: “acredito que os jogos têm o alto potencial de auxiliar na construção da educação dos jovens, pois estes captam a atenção dos jovens, atraem e trabalham com a imaginação, o desenvolvimento cognitivo, além do raciocínio lógico.”.
A opinião parece ser compartilhada com alguns outros especialistas que ressaltam o grande desenvolvimento cognitivo realizado pelos jogos, mas ressaltam que, estes precisam ser adaptados para a idade em que se encontra o jovem. Vale lembrar que, os jogos são utilizados desde a tenra idade das crianças, sendo inclusive, indicados por pediatras e especialistas, pois auxiliam no desenvolvimento motor e coordenação.
Introdução de jogos nas instituições de ensino
Muitas instituições que passaram a introduzir jogos como forma de auxiliar no aprendizado relataram melhoria na concentração dos estudantes, bem como, uma melhoria geral de aprendizado. O Ministério da Educação do Brasil (MEC), não traz apontamentos sobre o assunto, contudo, o setor vem enfrentando problemas com evasão escolar e a ainda baixa matrícula infantil nas instituições de ensino, mesmo apresentando diversos programas de fomento social, a exemplo do Bolsa Família.
Para Rafaela Silva, os jogos podem apresentar uma ajuda nesse departamento: “muitos estudantes veem a escola e as aulas como algo chato, complicado e difícil entendimento, e nem estou me referindo somente aos alunos com dificuldades de aprendizado, falo de uma maneira geral. Com isso, os jogos podem apresentar uma excelente fonte de interesse, pois muitos desses estudantes que antes achavam tedioso, podem passar a ver as matérias como algo divertido. Arrisco dizer que podem, inclusive, ansiar para ir às aulas, porque para elas agora, aprender será algo divertido.”.
Seguindo nessa linha, muitas instituições que buscaram aprimorar as aulas com fatores lúdicos, como músicas, sarais e demais, apresentaram excelente retorno quanto à captação do interesse dos estudantes. Por sua vez, estudantes que tiveram professores empenhados em tornar a sala de aula um ambiente mais agradável constataram, posteriormente, que foi esse fator que os ajudou a compreender melhor o conteúdo.
O ato é tão interessante e comprovada na prática, que muitos cursos de reforço pré-vestibular as adotam para ajudar os alunos a memorizarem assuntos, equações e sistemas que outrora foram considerados complexos. Além disso, a retirada do peso do ambiente formal, apresenta uma maior interação dos estudantes e faz com que estes consigam aprender melhor sem todo o peso da educação formal.