Inscrições para o Enem 2019 terminam na sexta-feira
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Educação

Inscrições para o Enem 2019 terminam na sexta-feira

As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro

Redação

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inscrições para o enem
Prazo para inscrição vai até sexta-feira, dia 17 (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Quem ainda não se inscreveu para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 tem até a próxima sexta-feira (17) para fazer a inscrição pela internet.

No dia 17 também encerra o prazo para solicitar atendimento especializado e específico e para alterar dados cadastrais, município de provas e opção de língua estrangeira.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85 e as provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Quem não tem isenção de taxa deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio.

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Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019, mas nesse caso os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer a vagas ou a bolsas de estudo.

(Agência Brasil)

Educação Pública

Centro de Educação Ambiental realiza atividades com alunos do ensino fundamental

Objetivo da iniciativa é proporcionar aos estudantes contato direto com a natureza e ressaltar a importância da preservação do meio ambiente

Redação

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Educação Ambiental
Crianças tiveram um dia de pesquisadores (Foto: Divulgação/Jundiaí)

Desde a última semana de abril, alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I da rede municipal participam do Projeto Pequeno Cientista da Natureza, no Centro de Referências em Educação Ambiental (Cream).

A iniciativa é uma parceria entre a Unidade de Gestão da Educação (UGE) e a Fundação Serra do Japi (FSJ). O objetivo do projeto é proporcionar aos alunos contato direto com a natureza e conscientizar sobre a preservação da biodiversidade, vegetação e fauna.

A ação faz parte do ‘Programa Moramos, Cuidamos, Preservamos’, coordenado pelo Núcleo Socioambiental da UGE.

Durante as atividades, as crianças experimentaram o papel do pesquisador, com pranchetas e lápis para anotar os pontos que mais tiveram interesse, além de uma lupa para verificar os detalhes das plantas e insetos.

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Jundiaí incentiva alimentação saudável nas escolas municipais

Após cumprirem a trilha, os alunos voltam à sede do Cream para mais atividades educativas. A vivência está em consonância com a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável no que se refere ao objetivo 15: Vida Terrestre.

 

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Educação Pública

Jundiaí incentiva alimentação saudável nas escolas municipais

Objetivo é desenvolver hábitos saudáveis nas crianças, com oferta de alimentos orgânicos na merenda, atividades físicas, palestras e acompanhamento nutricional

Redação

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Alimentação saudável
Emebs de Jundiaí oferecem merenda orgânica (Foto: Divulgação/Jundiaí)

A Prefeitura de Jundiaí desenvolveu ações de combate ao sedentarismo e incentivar os hábitos saudáveis, por meio dos programas ‘Enfrentamento à Obesidade Infantil’ e ‘Crescer Saudável’, realizados nas Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs).

Os programas atendem crianças de todas as faixas etárias do ensino municipal, com oferta de alimentos orgânicos na merenda, atividades físicas, palestras e acompanhamento nutricional a partir da rede de atendimento básico.

O prefeito Luiz Fernando Machado destacou a importância da oferta de alimentos da horta municipal, Vale Verde, para a alimentação dos estudantes, desde as creches até o ensino fundamental.

“Em 2017 demos início ao ‘Enfrentamento à Obesidade’ e em 2018, o tema passou a ingressar a grade da Escola Inovadora. Neste ano agregamos o programa Crescer Saudável, um braço do Programa Saúde na Escola (PSE), que tem os mesmos objetivos e atenderá a integralidade dos estudantes com a experimentação de alimentos saudáveis e práticas e atividades físicas, contra o sedentarismo”, explica.

Jundiaí conta com 37 mil estudantes das Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs). O programa ‘Enfrentando à Obesidade’ está sendo implementado em 27 unidades, com mais de 5,4 mil alunos dos 3º e 4º anos, com parceria da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ).

Já o ‘Crescer Saudável’ é desenvolvido em conjunto com as ações do PSE, que atende a 40 unidades, com 10,7 mil alunos, para alunos de todas as faixas etárias.

Outra novidade, neste ano, é a inclusão dos estudantes da Escola Superior de Educação Física (ESEF) que farão trabalhos direcionados para a promoção de atividades físicas.

“Os alunos são replicadores de informações e, em casa, disseminam o conhecimento. O tema não é restrito apenas às unidades dos programas. A orientação sobre alimentação saudável e a ofertas de produtos orgânicos acontecem em toda a rede”, comenta a gestora da Unidade de Gestão de Educação (UGE), Vasti Ferrari Marques.

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Isabela de Paula Samuvetti, de 9 anos, é uma das alunas mais empenhadas nas atividades destinadas à alimentação e cultivo de plantas na horta escolar.

“Comecei a comer ovo, tomate e saladas. Minha mãe já fazia isso, mas eu não gostava. Quando aprendi sobre a importância das hortas, comecei a comer e percebi o quanto é bom para a saúde”, comemora a garota.

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Educação

Alunos de colégios militares são proibidos de participar de Olimpíada de História

Estudantes atribuem a proibição à tentativa de evitar que eles tenha contato com questões que façam alusão à Ditadura Militar. Campeonato é organizado pela Unicamp

Redação

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Colégio Militares
Presidente Jair Bolsonaro participa de atividade em colégio militar de Brasília (Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO)

Os 14 mil alunos do Sistema Colégio Militar foram proibidos de participar da 11ª Olimpíada Nacional de História do Brasil.

O motivo é que o Departamento de Educação e Cultura do Exército atribuiu à decisão ao fato do evento “não atender ao interesse da proposta pedagógica do Sistema Colégio Militar”.

De acordo com reportagem do Estadão, representantes tiveram acesso ao conteúdo de algumas questões e consideraram inadequado para seus alunos.

A competição é coordenada pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas, com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico.

A Olimpíada conta com várias etapas de prova, até a disputa final, que está programada para o segundo semestre, em Campinas.

Ainda de acordo com o Estadão, um dos pontos que desagradaram os militares estava o uso de palavrões em textos das questões.

Opinião dos alunos

A proibição provocou indignação de estudantes. Eles ressaltaram que a medida destoa da conduta adotada nos colégios do sistema, que sempre foi o de incentivo à participação nesse tipo de competição, diz a reportagem do Estadão.

Alunos ainda atribuem a proibição à tentativa do departamento de evitarem que eles tenham contato com questões que façam alusão ao período da Ditadura Militar.

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Professores e alunos protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação

Bolsonaro chama manifestantes contra cortes na educação de ‘idiotas úteis’ 

A comunicação foi passada pelos professores e não foi informada qual será a punição para aqueles que desrespeitarem a proibição e participarem das etapas de seleção.

Fonte: Estadão

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Educação

Bolsonaro chama manifestantes contra cortes na educação de ‘idiotas úteis’

Presidente está em Dallas, nos EUA, e criticou estudantes que manifestaram contra os cortes na educação

Redação

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presidente chama grevistas de imbecis
Ele afirmou que os cortes são uma necessidade herdada pelos governos anteriores (Foto: Agência O Globo)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante sua chegada em Dallas, nos Estados Unidos, que os estudantes em manifestação contra o corte de verbas para a Educação são “massa de manobra” e ” idiotas úteis, uns imbecis”.

Para ele, os estudantes são são manipulados por uma minoria que comanda as universidades federais. As informações são do Globo.

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Professores e alunos protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação

Professora de Jundiaí ganha prêmio com projeto que ensina gentileza a alunos

“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil” disse o presidente.

Ele ainda afirmou que não gostaria de fazer os cortes, mas que essa é uma necessidade herdada dos governos anteriores.

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Escola Inovadora

Professora de Jundiaí ganha prêmio com projeto que ensina gentileza a alunos

Por meio do projeto, professora quis resgatar gestos simples de respeito entre as crianças e todos ao seu redor

Letícia Rodrigues

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professora de jundiaí ensina gentileza a alunos
Gisele trabalhou a temática com alunos de 4 anos (Fotos: Tribuna de Jundiaí e Arquivo Pessoal)

A professora Gisele Masotti, da Emeb Benedicta Alzira de Moraes Camunhas, que fica no Fazenda Grande, decidiu ensinar sobre gentileza para os seus alunos de 4 anos, com o intuito de resgatar gestos simples de respeito entre as crianças e todos ao seu redor.

O que ela não imaginava é que o projeto renderia tantos frutos e transformaria totalmente o comportamento dos alunos em sala de aula e, até mesmo, em suas casas na relação com os pais e familiares.

O projeto “Gentileza: seja gentil” foi trabalhado durante todo o ano e foi dividido em várias etapas, que incluíram desenhos, leituras, vídeos e muita conversa para passar para os pequenos o real significado de gentileza.

“O projeto buscou criar relações mais saudáveis, resgatar gestos simples como dizer um bom dia, um obrigado, um desculpe. Mas o que eu mais queria mais é que saísse dos muros da escola, porque a gente vê muita violência, intolerância e agressividade entre as pessoas. As pessoas andam com pressa, sem ouvir o outro”.

Ela também trabalhou as emoções, de suma importância para que a gentileza possa ser praticada. “As crianças pequenas têm dificuldades de expressar e entender suas próprias emoções. É normal sentirmos raiva, mas o que fazer com aquela raiva? Também falei sobre o amor e o carinho com o outro. O que podemos fazer para o outro ser feliz?”, continua a pedagoga.

O trabalho ao longo do ano

Tudo começou quando Gisele começou a passar vídeos para os alunos, ainda no começo do ano letivo, explicando de forma lúdica sobre o que é ser gentil. Depois, ela trabalhou livros e rodas de conversa, momentos em que os alunos já verbalizavam e demonstravam que já sabiam como praticar a gentileza.

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Professores e alunos protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação

Professora de Jundiaí cria projeto que trabalha autoestima e superação em alunos carentes

Um dos exemplos mais nítidos de como eles passaram a praticar boas ações é a do respeito com o aluno Rafael, portador de síndrome de down, autismo e outros comprometimentos.

“Ele necessitava de um ambiente com o mínimo de ruído possível, então eu fiz uma roda e expliquei isso para eles, disse que se fizessem barulho ele choraria. E eles se sensibilizaram. Pelo resto do ano eles fizeram silêncio na sala, acolhendo o Rafael. E criança nessa idade a gente sabe como é, fala alto, gosta de se expressar. Foi maravilhoso”.

E a gentileza também ultrapassou os portões da EMEB: Gisele diz que os pais começaram a contar sobre os comportamentos gentis dos filhos, que verbalizavam sobre o projeto em casa.

“Foi quando eu pedi para que os pais escrevessem um relato sobre o comportamento dos filhos, se eles notaram alguma diferença. Os pais enviaram e eu não imaginava o quanto isso tinha repercutido fora da escola”, conta.

E as histórias positivas foram várias: filhos que ajudavam a guardar os brinquedos, a colocar roupa suja no cesto, que compartilhavam  o brinquedo com os outros, que ajudavam a avó a fazer uma série de atividades, dentre outras ações diárias.

Um dos relatos feitos pelos pais, de aluna que ajuda constantemente a avó (Foto: Tribuna de Jundiaí)

Depois, os alunos pediram para que a professora fotografasse as gentilezas que eles praticavam no dia a dia escolar. Dentre as práticas, Gisele cita exemplos de alunos que ajudavam os menores que não alcançavam a torneira do banheiro a lavar a mão, o colega que ajudava o Rafael a se balançar no gira-gira, o aluno que ajudava o outro que não sabia amarrar o cadarço, dentre outros.

“Um dos exemplos mais legais é o do aluno que parava o futebol para que o Rafael pudesse jogar bola. Ele gostava muito de bola, mas no futebol era aquela correria, então ele parava tudo para colocar a bola no pé do colega”, relembra.

Algumas das gentilezas diárias praticadas pelos alunos de Gisele (Foto: Tribuna de Jundiaí)

Os pequenos também externaram tudo que aprenderam sobre gentilezas em ilustrações deles mesmos. Os relatos também foram vários: dar bom dia, dar carinho no ‘cachorrinho’ e até ir com a amiga tomar vacina.

No final do ano tudo foi exposto na escola: os relatos dos pais, as fotografias e os desenhos dos pequenos. E, para a mãe do pequeno Rafael, foi surpreendente.

“Ela me disse que não imaginava que os colegas gostavam tanto do filho dela e até chorou emocionada ao ver o quanto as crianças estavam acolhendo o Rafael”, conta.

Aprendizado para a vida

Para Gisele, o projeto é um aprendizado para a vida e certamente marcou muito os alunos. “Eu ensinei uma canção sobre gentileza para eles. Uma aluna que era da turma e está morando em Minas Gerais me mandou mensagem recentemente pelo celular da mãe dizendo que está sendo agredida pelos outros alunos. Ela cantou essa música no áudio e disse que ia ensinar a gentileza para eles”, conta a professora.

Agora, ela quer que a iniciativa ‘voe’ e alcance outras escolas. No início deste ano, Gisele apresentou todo o projeto em um evento voltado para professores da rede pública de Jundiaí e ela diz que muitos se interessaram em aplicar a temática na sala de aula.

Ela também ganhou, no ano anterior, um prêmio da Prefeitura de Jundiaí de profissionais inovadores dentro da rede pública de ensino.

“Eu fiquei muito feliz, ainda mais pela possibilidade de ampliação desse projeto. A educação pode sim mudar o mundo, ainda mais se começar pelos pequenos. Durante o projeto eu vi que eles passavam todo o ensinamento para os pais. Ao longo do ano eles foram dando sentido ao que é ser gentil, tornando-se mais acolhedores uns com os outros e mais tolerantes”, finaliza a educadora.

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Educação

Professores e alunos protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação

Ato reuniu pessoas da região de Jundiaí e reforçou mobilização nacional

Redação

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Professores e alunos protestam contra cortes de Bolsonaro na Educação
Manifestação reuniu mais de 300 pessoas (Foto: Motoboy Xororó)

Nesta quarta-feira (15), professores e alunos de Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e região, se reuniram na Ponte Torta, em Jundiaí (SP), em um ato contra contingenciamento na educação anunciados pelo Presidente Jair Bolsonaro.

A manifestação foi organizada pelos alunos de Jundiaí e é apartidária. Segundo a professora de história, Ana Carolina da Silva, cerca de 300 pessoas já passaram pelo local.

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O ato começou por volta das 10h e deve seguir até o final da tarde.

Em entrevista ao Tribuna de Jundiaí, a professora Ana contou que sempre estudou em escola pública e sempre teve professores empenhados e esse é um dos motivos dela estar ali com seus colegas de profissão.

Ela também ressaltou a luta diária em sala de aula, dos salários atrasados e revelou que muitas vezes professores compram materiais com o próprio dinheiro por amor aos alunos e a profissão. “Nossos alunos fazem valer a pena cada esforço, cada lágrima, cada aula preparada. Eles fazem nosso trabalho valer a pena”, afirma.

“É uma honra lutar por eles e pela educação brasileira. Eles são importantes, tem voz, consciência de classe e senso crítico. Não é justo que eles não tenham um ensino de qualidade”, ressalta a professora.

Alunos protestam na Ponte Torta, em Jundiaí (Foto: Motoboy Xororó)

Alunos protestam na Ponte Torta, em Jundiaí (Foto: Motoboy Xororó)

Ana também afirma que todas as crianças, adolescentes e professores que estão nesta luta farão a diferença. “Não só espero que alcancemos nosso objetivo, como vamos alcançar. O povo esquece que tem voz e o quão importante é se manterem informados, ter senso crítico e lutar pelos seus direitos. Temos muito a aprender com esses jovens”.

Professores e alunos lutam pela educação em protesto (Foto: Motoboy Xororó)

Professores e alunos lutam pela educação em protesto (Foto: Motoboy Xororó)

Mobilização nacional

Ao menos 23 estados e o Distrito Federal fizeram atos pacíficos. Universidades e escolas também tiveram paralisações contra as medidas na Educação anunciadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

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Educação Pública

Crianças aprendem na escola os cuidados para eliminar o mosquito da dengue

De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica, o município registra 1433 casos de dengue, sendo 1352 autóctones, até o dia 10 de maio. A Vila Hortolândia registra 53 casos da doença

Redação

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Crianças aprendem eliminar o mosquito da dengue na escola
Foto: Divulgação/Jundiaí

Os alunos do 4º ano da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Haydée Dumangin Mojola, da Vila Hortolândia, tiveram, nesta segunda-feira (13), uma aula de conscientização sobre a dengue e os cuidados necessários para evitar a proliferação da doença dos mosquitos transmissores, Aedes Aegypti.

Eles vistoriaram ambientes simulando quintais de casas e distribuíram panfletos de orientação aos pais. O tema vem sendo trabalhado em conjunto entre as Unidades de Gestão de Educação (UGE) e de Promoção da Saúde (UGPS), anualmente, com o objetivo de eliminar criadouros da dengue com a família.

Em casa

A fiscal mirim, Lorena Buosi, de 4 anos, já observa as residências dos parentes para orientar sobre os perigos da doença.

“Ela comentou que quer ir à casa de uma tia para falar sobre as garrafas que precisam estar com a boca para baixo e as plantas, que não podem ter os pratinhos de aparar água. As informações que as crianças recebem na escola são mais facilmente assimiladas e são multiplicadas na família”, disse a mãe, Denise Lopes Buosi.

Para Raíssa Cristina Nantes Pereira Calegari, mãe de uma aluna da escola, o assunto já faz parte do dia a dia das residências. “A Sophia chega em casa comentando sobre a dengue e até quando o assunto é tratado pela televisão ela comenta. As crianças são ótimas multiplicadoras e informações e os grandes fiscais dos pais”, analisa.

A pequena Sophia Nantes Pereira Calegari, de 4 anos, disse que está preparada para atuar como fiscal mirim contra a dengue. “Não pode deixar as garrafas abertas para acumular água, nem a caixa d´água destampada. O lixo também precisa ser fechado para que os mosquitos não botem ovos e criem mais mosquitos ainda. As pessoas ficam muito doentes”, explicou.

A diretora da unidade escolar, Jussara Nascimento de Oliveira, ressaltou que cada professora trata do tema de forma diferente. “Cada turma recebe o assunto com uma abordagem específica, podendo ser por filme ou atividades em sala de aula, sempre de forma lúdica, para que as crianças absorvam o conhecimento naturalmente. A dengue é uma doença perigosa e o combate é simples”, pontuou.

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Educação

Projeto ‘Cuidar do que é nosso’ visa preservação dos terminais em Jundiaí

Intuito é conscientizar os estudantes jundiaienses sobre a importância de preservar os terminais de ônibus

Redação

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projeto conscientiza alunos a cuidar dos terminais de ônibus
Projeto foi iniciado em escola da Colônia, já que o terminal da região é o que mais apresenta depredações (Foto: Prefeitura de Jundiaí)

Nesta segunda-feira (13), a Prefeitura de Jundiaí, por meio de uma parceria entre a Unidade de Gestão de Mobilidade e Transporte (UGMT) e a TVTEC, deu início ao projeto piloto “Cuidar do que é nosso”.

O projeto tem como objetivo principal conscientizar os estudantes jundiaienses sobre a importância de preservar os terminais de ônibus do Município. A primeira fase teve início na Escola Estadual Barão de Jundiaí.

A diretora do Departamento de Transportes da UGMT, Ana Paula Silva de Almeida, explica que um estudo da unidade revelou que o número de ocorrências de depredação nos terminais cai muito no período de férias escolares, o que indica uma relação entre os atos com a presença de estudantes nos locais.

“Iniciamos por uma escola na região da Colônia porque o terminal de lá registra um alto índice de atos de depredação”, comenta.

Durante as aulas, os professores trabalharão com os alunos temas ligados à importância de preservar o patrimônio público, especialmente os terminais do Situ.

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No fim do ano, a Prefeitura vai realizar um concurso de vídeos entre os estudantes com a temática “Cuidar do que é nosso”.

Para preparar os estudantes para o concurso, o projeto conta com um workshop de videomaker, ministrado por especialistas da TVTEC. O workshop é voltado para iniciantes no mercado audiovisual, produtores de conteúdo para internet, vloggers e todos que desejam transformar suas ideias em vídeo.

As aulas irão desenvolver temas como a introdução do aluno à produção de vídeo para redes sociais, tipos de equipamentos existentes no mercado, edição de vídeo pelo celular e computador, entre outros.

O primeiro workshop foi ministrado hoje. Na próxima sexta-feira (17), uma segunda turma da escola será capacitada. O projeto será aplicado com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e também alunos do Ensino Médio.

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