Você sabe por onde anda o Bonde de Jundiaí?
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Sextou com S de Saudade

Você sabe por onde anda o Bonde de Jundiaí?

Na estreia da coluna pelo Tribuna de Jundiaí, vamos relembrar a história de uma das grandes memórias de Jundiaí nos anos 1960

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Na década de 1950, ele operava pelas ruas da capital paulista até chegar a Jundiaí

Na estreia da coluna “Sextou com S de Saudade”, vamos falar sobre o Bonde Centex 1789 , linha 36, que ornamentava o Parque Comendador Antônio Carbonari, o Parque da Uva, em Jundiaí.

Na foto de destaque (acima), podemos ver o bonde saindo da rua Capitão Salomão e entrando na Praça do Correio, em São Paulo, na década de 1950 (acima).

festa da uva

Nesta outra foto, o bonde já está em Jundiaí, exposto no Parque da Uva. A imagem mostra o menino Marco, durante a Festa da Uva de 1968.

Museu

Este patrimônio histórico foi totalmente restaurado e está em exposição no Museu do Transporte (fotos abaixo), em São Paulo (SP Trans) . Eu e muitos jundiaienses que nasceram nos anos 1960 brincamos muito nesse bonde!

museu

Lembro-me de ter assistido um filme em Super 8 (é um formato cinematográfico desenvolvido nos anos 1960 e lançado no mercado em 1965 pela Kodak), no lançamento da Revista Recreio, em 1969 – fragmentos de uma Jundiaí que vive e renasce em cada imagem recheada de saudade.

bonde museu

Espero que tenham gostado deste primeiro contato. Nos ajude a preservar nossa história, envie fotos antigas e participe do grupo no Facebook.

Até a semana que vem!

Créditos: Foto de 1968 – Marco De; Fotos do Museu – Ilton Arruda Jr.

Sextou com S de Saudade

Clube 28 de Setembro carrega histórias de resistência e luta contra a discriminação racial em Jundiaí

Até hoje, o Clube 28 é referência de entretenimento, recreação e um marco na história negra de Jundiaí e do Brasil.

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Foto de antiga entrada do Clube 28 de Setembro, em Jundiaí
O nome do clube foi dado em homenagem à Lei do Ventre Livre, instituída em 28 de setembro de 1871 (Fotos: Acervo Maurício Ferreira)

Quem passa pela área central de Jundiaí já deve ter reparado naquele toldo preto, com o número 28 em vermelho e a sigla CBCRJ: Esse é o Clube 28 de Setembro. O centro cultural foi inaugurado no dia 1º de janeiro de 1895, a partir da iniciativa de um grupo de ferroviários negros, que se uniram para fundar uma agremiação…

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Sextou com S de Saudade

Mário Milani, o craque jundiaiense que ia aos treinos pilotando um avião

Apesar do destaque em grandes clubes brasileiros, a carreira dele não é muito conhecida. Por isso, prestamos essa homenagem

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Mário Milani
Jundiaiense era considerado um grande profissional do futebol, além de contabilista e também aviador (Fotos: Acervo Maurício Ferreira)

O termo "voar em campo", muito usado nas resenhas do futebol, nunca serviu tão bem para contar a história desse jundiaiense que brilhou em muitos gramados com a camisa de alguns dos principais clubes brasileiros. Estamos falando de Mário Milani, jogador de futebol e contabilista que aprendeu a pilotar avião para não perder tempo nas viagens de trem entre Jundiaí…

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Sextou com S de Saudade

Pipoqueiros marcaram época em Jundiaí: você conhece algum deles?

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Pipoqueiro Caxambu
Pipoqueiro na estrada de terra, no bairro Caxambu, na década de 1960: parte da história de Jundiaí (Foto: Acervo Maurício Ferreira)

Algumas profissões ou determinados tipos de trabalho estão cada vez mais difíceis de serem vistos por aí, não é? Nos anos 1980, quem nunca aproveitou para amolar a faca ou afiar a tesoura quando ouvia aquele tilintar da bicicleta passando pela rua? Com a chegada da tecnologia, muitas dessas funções passaram a ser feitas pelas pessoas em casa, mesmo, graças…

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Sextou com S de Saudade

Na Jundiaí de 1930, bombas de gasolina ficavam nas esquinas

Geralmente as bombas pertenciam a algum comércio próximo: você pagava e abastecia ali mesmo, na rua

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Posto
Tempo em que se podia abastecer os carros e caminhões sem a necessidade de um posto de combustíveis (Foto: Acervo Maurício Ferreira)

Você imagina o mundo, hoje, sem postos de combustíveis? A gente teve um exemplo claro disso quando houve a greve dos caminhoneiros, em 2018: ninguém conseguia abastecer e o país virou um caos, não é? Mas já houve uma época em que nem se pensava em ter estabelecimentos assim e a gasolina era vendida nas esquinas. Nessas duas imagens que…

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Sextou com S de Saudade

Meu amado avô Zeca: exemplo de cidadão a serviço da população

Era um homem com pouco estudo, muito trabalhador, detentor de espírito público e respeito pelo que pertencia ao povo

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zeca
Com meu avô e o primo Eduardo Massagardi (à direita) numa foto dos vários momentos juntos que passamos (Foto: Acervo Maurício Ferreira)

Nasci literalmente no interior da Prefeitura de Jundiaí, mais precisamente no Depósito Municipal que funcionou durante décadas na avenida Dr. Amadeu Ribeiro, no Anhangabaú, entre o Bolão e o Parque da Uva. Meu avô Zeca Ferreira e meu pai Ferreirinha (José Antônio) eram funcionários públicos e moravam nas casas da Prefeitura. Vim ao mundo, numa dessas moradias, pelas mãos de…

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